3 dicas para cortar custos no seu restaurante

Está achando que a sua folha de pagamentos pode ser mais enxuta? Então este artigo é o certo para você. Às vezes no final do mês nós podemos nos surpreender com algumas despesas e ficamos a perguntar se há algum custo que pode ser cortado para que esse dinheiro seja investido em algo muito mais proveitoso do que numa conta aleatória mensal.

Então aqui vão 3 dicas para você que está precisando de um alívio nos gastos do seu restaurante. Dê uma conferida!

1. FICHA TÉCNICA ENXUTA = DESPESAS MENORES

Aqui já falamos sobre a importância e como desenvolver as fichas técnicas do seu restaurante. Mas, o que muitos podem não entender é que as receitas e os custos padronizados devem ser o reflexo de uma ficha técnica bem realizada.

E o que seria isso? Bem, podemos começar pelos fornecedores. Uma ficha técnica enxuta deve contar com os melhores fornecedores da categoria custo x benefício. Isso se você pretende levar em conta os preços do seu prato e os custos que você vai ter ao confeccioná-los.

Se o seu restaurante é de alto padrão, ainda vale a pena investir em um chef top de linha e em fornecedores que tenham produtos de qualidade com um preço em conta.

Outro ponto importantíssimo que está contido na ficha técnica é a conduta dos profissionais. Nas fichas operacionais, todas as ações dos funcionários devem ser moldadas de uma forma a apresentar resultados eficientes.

Tudo deve ser feito com o mínimo de energia possível. Entenda bem, a palavra “possível” foi usada. Isso não significa que você vai virar o chefe pão duro, mas sim evitar desperdícios e fazer o necessário para o prato ficar com uma ótima qualidade sem exigir tanto do restaurante no final do mês.

2. A LÓGICA DE QUE MAIS LUCROS SIGNIFICAM DESPESAS MENOS SIGNIFICATIVAS

Já pensou se você, agora, pudesse aumentar os seus lucros ao invés de cortar custos? Você aceitaria essa proposta? Se sim, pense na quantidade de ações que poderiam ser tomadas e aumentar os seus lucros, fazendo com que as suas despesas não parecessem tão significativas assim como parecem hoje.

O primeiro princípio para isso é aproveitar o que está sobrando no seu inventário. Por exemplo, aquela bebida que você comprou numa quantidade baseada nos meses anteriores simplesmente parou de vender? É a hora de usar a criatividade.

Aliás, quem trabalha no ramo da gastronomia deve estar acostumado a abusar da criatividade para angariar novos clientes e se livrar de situações incômodas, como essa.

A solução para isso é criar um novo drinque e oferecê-lo por um preço menor. As pessoas com certeza ficarão intrigadas com essa nova opção no cardápio de bebidas, uma mistura diferente e mais barata. “Será que vale a pena experimentar?”. Pronto, a partir disso você pode criar mais uma fonte de lucro.

O mesmo princípio pode ser utilizado nos ingredientes que sobrarem na dispensa, criando a possibilidade de inovações no cardápio de entradas ou sobremesas, por exemplo. Até mesmo acompanhamentos, como saladas, podem ser criados com base naquilo que está sobrando no seu inventário.

Outro ponto importantíssimo é parar de oferecer água assim que os clientes chegam. Ao invés disso, o garçom deve perguntar o que eles devem beber. Isso aumenta bastante o consumo de outras bebidas mais caras que podem gerar mais lucro do que um simples copo de água.

3. A TECNOLOGIA PODE TE AJUDAR A CORTAR CUSTOS

Sim, hoje em dia sem a tecnologia você vai correr atrás dos seus concorrentes. E essa ajuda da tecnologia passa desde softwares que controlam o seu inventário a aqueles que mostram as tendências de consumo dos clientes.

Neste caso, esse monitoramento pode te ajudar a lidar com o terror das despesas dos restaurantes: o desperdício. Com base na rotina alimentar dos seus clientes em todas as vezes que eles vão ao seu restaurante, você pode estabelecer a quantidade de comida a ser produzida em cada dia.

Também fique atento a feriados e datas comemorativas, como o dia dos pais, dia das mães e dia dos namorados, onde a maioria das pessoas prefere comer em restaurantes por ser mais cômodo.

Isso tudo pode te ajudar a cortar custos e aumentar os seus lucros no final do mês. Que é o que todo proprietário quer, não é mesmo?

Tendência: Insetos podem ser a próxima onda gastronômica

Empreendedores apostam que os insetos ricos em proteína, e em especial os grilos, vão desencadear uma nova mania entre os alimentos

 Arnold Van Huis/AP

Em outubro de 2012, Megan Miller saiu de uma loja para animais de estimação em San Francisco carregado uma sacola cheia de bichos-da-farinha que se retorciam na terra. Ao chegar em seu apartamento, levou-os direto para a cozinha.

Como os bichos-da-farinha pegam o gosto daquilo que tiverem comido, incluindo terra, Megan os tirou da sacola e colocou numa tigela com aveia e maçã, deixando que eles mastigassem por dias.

Então, seguindo instruções encontradas na internet, ela os escaldou em água fervente, assou e depois jogou no processador de alimentos com ameixas secas, canela, óleo de coco e banana. Formou barras com a mistura e pôs para esfriar na geladeira. Logo ela começou a experimentar também com grilos vivos.

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Truques para fazer seus clientes gastarem mais

Menus são pensados para total lucro dos restaurantes (Foto: Divulgação)

Sair para jantar é uma das coisas mais comuns – e legais – do nosso cotidiano. Mas, com a mesma frequência que vamos ao nosso restaurante preferido, somos vítimas de truques e peripécias dos donos de restaurantes, que contratam consultores para o desenvolvimento de cardápios mais atraentes e que nos fazem gastar mais.  Lógico, isso não quer dizer que o quilo nosso de todo os dias contrate especialistas – mas algumas dessas práticas, usadas por grandes restaurantes, acabaram se popularizando e se tornando comuns até nos estabelecimentos mais simples.

Veja abaixo o a nossa lista e fique por dentro destes jogos psicológicos

1 – Eles não usam símbolos monetários

De acordo com o estudo realizado pela Cornell University School of Hotel Administration, menus com símbolos relacionados ao dólar vendem menos do que cardápios sem “$” ou algo do tipo. Para a pesquisa, assim que o consumidor nota o símbolo, a lembrança remete ao fato de gastar dinheiro e isso faz com que ele aja com mais cuidado. Então colocar valores só com os algarismos e sem o R$ no cardápio é uma forma de diminuir a cautela com que interpretamos o preço do prato.

2 – Números quebrados são importantes

Os designers de menus afirmam que valores terminados em 9, como 9,99, tendem a signifcar valor e não qualidade. E, segundo algumas pesquisas, valores quebrados podem ser considerados “amigáveis – mas disso você já sabe desde a moda das lojas de R$1,99.

3 – Descrever a comida aumenta o número de vendas

Um meno descritivo sempre anima o consumidor, afirma pesquisa da Cornell University. Especificamente, menus com pratos explicados de maneira até levemente romântica (sabor frutado, textura delicada e suave, etc. etc.) vendem 27% a mais do que menus comuns, diz o resultado do estudo daUniversidade de Illinois.

Para o engenheiro de menus Greg Rapp , esse tipo de cardápio “traz o máximo da sensação ao consumidor, aumentando as chances do cliente se sentir satisfeito após a refeição”. Outro fator que também pesa para a formulação dos menus é o uso de grandes marcas dentro dessa descrição (sobremesa feita com sorvete X, por exemplo).

4 – Eles ligam comida à família

Consumidores gostam quando nomes os nomes dos estabelecimentos têm ligações familiares. Com esse tipo de conexão com o cliente, a meta dos restaurantes é apelar para a nostalgia. Então desconfie quando você encontrar a “Macarronada da Mama” ou o “Filé do Tio”.

5 – Restaurantes usam termos étnicos para parecerem mais autênticos

De acordo com o experimento realizado pelaOxford, um termo étnico ou geográfico pode atrair a atenção do consumidor para  o tipo de comida daquele local, evocando sabores e texturas.

6 – Itens extremamente caros chamam a atenção para os mais baratos

De acordo com Greg Rapp, restaurantes usam artigos muito caros para destacar os baratos. A ideia é fazer com que você não compre o caro, mas crie razões para levar o “baratinho”, que nem sempre é tão barato quanto parece ao lado de um valor mais elevado.  De acordo com um artigo da New York Magazine, a única função de um prato com valor de três dígitos no cardápio é dar a impressão de que todo o resto é uma grande barganha – mesmo que não seja.

7 – Restaurantes oferecem dois tamanhos de porções para um mesmo produto

Essa é uma estratégia chamada bracketing, em que o consumidor não possui ideia do tamanho da porção menor, mas assume que o valor vale a pena. Porém, a intenção do restaurante é a de que o cliente realmente compre a menor, para isso inflacionam a porção maior.

8 – Eles analisam os nossos padrões de leitura

Os restaurantes analisam padrões chamadosscanpaths - pontos onde as pessoas fixam os olhos para a leitura.

De acordo com um estudo coreano, um terço das pessoas está suscetível a pedir o que lhe chamou a atenção de primeira. Por isso, restaurantes colocam os itens mais caros no canto superior esquerdo, já que é o caminho natural tomado pela nossa vista.

Essa estratégia também se dá em relação aos valores dos pratos. Colocando um primeiro item com maior valor, todos os outros poderão parecer ótimos preços, como explicamos no item 7.

9 – Eles criam um clima para gastar

De acordo com um estudo da Universidade de Leicester, tocar música clássica em um restaurante pode encorajar o cliente a gastar mais. No entanto, música pop faz com que pessoas gastem 10% a menos.

De Revista Galileu

17 coisas que todo empreendedor deve saber antes de começar

Uma das melhores listas dos últimos tempos.
Aprenda com quem já fez o que você pretende fazer.

de EXAME.com

Jovem estudando

Conselhos. Os empreendedores que estão começando um negócio são bombardeados de dicas e sugestões, mas nem sempre levam a sério. EXAME.com consultou 17 empresários para descobrir o que eles gostariam de saber antes de tirar uma ideia do papel. As ideias compartilhadas ajudam quem está começando a empreender a refletir.

Enxergue o todo

Uma das maiores dificuldades de Adriana Lima, criadora da Sabiar, foi dedicar muito tempo a colocar a empresa no ar e só depois descobrir quanta coisa ainda precisava ser feita para o negócio funcionar mesmo. “Teria sido ótimo se eu tivesse desenhado o passo-a-passo de como executar o meu negócio. Como eu me dediquei muito a colocar o site no ar, foi uma surpresa descobrir que até ali eu não tinha feito nem 10% do trabalho que viria pela frente”, conta.

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Bares e restaurantes no aquecimento para a Copa do Mundo

Participantes de festivais gastronômicos recebem capacitação gratuita em Belo Horizonte

Belo Horizonte – Bares e restaurantes de Belo Horizonte e Região Metropolitana participantes dos festivais gastronômicos Comida di Buteco e Brasil Sabor e outras empresas do setor de alimentação serão capacitados para melhorar a qualidade do serviço e da gestão dos negócios. A iniciativa pretende tornar as micro e pequenas empresas mineiras mais competitivas durante as competições esportivas que serão realizadas no país nos próximos anos, como a Copa do Mundo da FIFA 2014 e as Olímpiadas de 2016.

Nesta terça-feira (17), empresários de 94 estabelecimentos participam de workshop gratuito que apresentará a proposta de capacitação e as oportunidades de negócios que as competições esportivas trarão para o estado. Por meio de um diagnóstico, os interessados identificarão as necessidades e dificuldades do setor em relação à gestão e às boas práticas de manipulação de alimentos. O resultado irá nortear as ações de capacitação, como marketing, finanças, RH, boas práticas de manipulação de alimentos e elaboração de cardápios em inglês e espanhol. Além disso, o projeto também irá estimular a criação de roteiros gastronômicos em diversas regiões de Belo Horizonte.

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A iniciativa é do Sebrae em Minas Gerais em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/MG) e com a Free Produções. Na capital mineira existem cerca de 12 mil estabelecimentos, que geram aproximadamente 72 mil postos de trabalho.

De acordo com um levantamento da Fundação Getúlio Vargas, em 2010, estima-se que cerca de R$ 11,4 mil será o gasto médio por turista que visitará o Brasil em 2014. A despesa é referente a hospedagem, transporte local, entretenimento e, principalmente, alimentação.

Do Site do Sebrae

Montar restaurante na minha cidade é bom negócio?

Qualquer empreendedor tem que conhecer três tipos de mercados na área onde pretende atuar: Mercado Concorrente, Mercado Consumidor e Mercado Fornecedor.

Nesse artigo você encontra dados sobre os concorrentes.

Analise a quantidade de restaurantes no seu Estado através da tabela abaixo. E tenha sempre em mente o seguinte: qualquer que seja a região existe espaço no mercado para todos – basta escolher nicho de atuação e trabalhar com competência e profissionalismo.

A região Norte tem 1,96% do total de estabelecimentos. Seguidos pelo Centro-Oeste com 5,90% dos restaurantes do país. Já o Nordeste tem 9,80% do total. Seguido por Sul com 25,71% e o grande campeão em número de restaurantes Sudeste com 70,08%.

restaurantes comerciais

Observação importante. Estabelecimentos como padarias, lanchonetes, pizzarias, redes de fast food, entre outras não entram nesse número. Essa tabela lista exclusivamente restaurantes comerciais.

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Atendimento aos clientes

Recente notícia sobre direitos do consumidores de telecomunicação devem causar impactos em muitos setores da economia: A Anatel modificou regras para o cancelamento dos serviços de telefonia fixa e móvel e TV por assinatura (veja mais aqui).

A partir de Julho de 2014 os consumidores deverão ter como facilidade nos famosos SACs (Serviço de Atendimento ao Consumidor) o cancelamento do seu plano sem ter que passar por atendentes (cancelamento expresso). A opção deverá estar disponível por telefone ou internet.

A novidade é que o consumidor não terá que interagir com nenhum atendente ou ficar esperando na linha uma eternidade para fazer valer o seu direito de cancelar um serviço que não é mais do seu interesse.

 Mas isso é sobre serviços de comunicação. O que isso tem a ver com o atendimento em restaurantes?

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